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Raios X  

É um exame que exige pouco tempo de exposição, é possível constatar possíveis quebraduras ou deslocamentos ósseos.  

 Exame não é invasivo, ou seja, não provoca dor. 

 Oferecemos para o exame de Raios X Digital, equipamentos modernos que proporcionam qualidade de imagem. 

 

Tomografia computadorizada 

É um exame que combina a tecnologia tradicional de raios X, com o processamento do computador para gerar uma série de imagens transversais do corpo que podem ser posteriormente combinadas para formar uma imagem de Raios X tridimensional que utiliza as imagens reconstruídas por meio de um computador, a partir da emissão de vários feixes de raios x, por um tubo, que gira em torno do paciente de forma contínua. 

 

As imagens da tomografia computadorizada têm muito mais detalhes do que a da radiografia tradicional e permitem reconstruções em diferentes planos, além de aquisições milimétricas de imagens do corpo humano. 

 

Exame não é invasivo, ou seja, não provoca dor.  

 

Além disso, a análise pode ser feita em qualquer parte do corpo como abdômen, tórax, crânio e ossos. 

 

Ressonância magnética 

É um exame que permite diagnosticar doenças em diferentes partes do corpo humano. A Ressonância magnética é, hoje, o exame ideal no diagnóstico e na caracterização topográfica de tumores, sendo um método particularmente inócuo.  

 

As identificações possíveis com o exame de Ressonância magnética, são fundamentais na localização das possíveis alterações nas cavidades interna do corpo, facilitando os procedimentos subsequentes, como cirurgias, biópsias, dentre outras. 

 

Ressonância é um exame de imagem que, a partir de um equipamento, produz imagens para fins de diagnósticos médicos. O equipamento utiliza um campo magnético e ondas de rádio para criar imagens detalhadas dos órgãos e tecidos do corpo. 

 

Mamografia 

Exame de Mamografia de prevenção e/ou para o diagnóstico de câncer de mama.  

 

É uma radiografia em que a imagem produzida ajuda a identificar alterações, como pequenos nódulos, muitas vezes não-palpáveis. 

 

A Mamografia é um exame radiológico para avaliação das mamas, feita com um aparelho de raios x, chamado mamógrafo. Pode identificar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos, ou calcificações.  

 

Este exame é usado para detecção precoce de câncer de mama antes mesmo de ser identificado clinicamente por meio da palpação. 

 

Indicações da mamografia 

A principal indicação da Mamografia é para o rastreamento do câncer de mama. Nesse caso, a Mamografia deve começar a ser feita a partir dos 40 anos, anualmente, para mulheres da população geral. Porém, para aquelas que possuem casos de câncer de mama na família, em parentes de primeiro grau (mãe, irmã e/ou filha), o risco de câncer de mama pode ser maior que o da população geral. Nestes casos, a mamografia pode começar a ser feita 10 anos antes do caso mais precoce entre as parentes que tiveram a doença.  

 

Por exemplo: se uma mulher descobriu um câncer de mama aos 40 anos, sua filha deve começar a fazer mamografias anualmente aos 30 anos. A Mamografia, porém, não é recomendada antes dos 25 anos porque a mama é mais susceptível à radiação nessa faixa etária. Mesmo mulheres que tiveram casos familiares muito cedo (aos 30 anos, por exemplo), devem esperar até os 25 para fazer a primeira mamografia. Antes disso, a indicação nesses casos são ultrassonografias. 

 

Ultrassom 

O exame de Ultrassom é um método de diagnóstico por imagem que, assim como o raio-x, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, detecta doenças e/ou variações anatômicas com base na forma, tamanho e textura das estruturas (órgãos) avaliadas. 

 

Vamos nos aprofundar um pouco mais no Ultrassom, agora pela importância pois muito se houve falar do Ultrassom quando as mulheres estão grávidas veremos mais abaixo (para que serve e quando é indicado o Ultrassom). 

 

Os principais tipos de ultrassonografia são: 

Ultrassonografia convencional: trabalha com imagens formadas em modo B (bidimensional); 

 

Doppler: dispositivo usado nos transdutores para detectar o deslocamento de fluídos (em geral o sangue, determinando o sentido do fluxo e suas velocidades); 

 

Elastografia: os pulsos de som fazem os tecidos vibrarem e a leitura desta vibração determina os variados graus de dureza tecidual, sendo indicada, por exemplo, para determinação do grau de fibrose de um tecido, pesquisa de cirrose hepática, evitando necessidade de procedimentos invasivos como a biopsia; 

 

Ecocardiograma transesofágico: um transdutor, inserido no esôfago, obtém imagens do coração. Geralmente é feito com sedação; 

 

Ultrassonografia transretal: o teste cria imagens da próstata, colocando um transdutor especial no reto; 

 

Ultrassonografia transvaginal:um transdutor especial é gentilmente inserido na vagina observar o útero e os ovários; 

 

Para que serve o ultrassom? 

A ultrassonografia é feita por diversos motivos, sendo que uma das mais comuns é para gestantes fazerem o pré-natal e detectarem possíveis malformações no embrião. 

  

Além disso, o ultrassom serve para verificar: 

Processos tumorais; 

Processos inflamatórios/infecciosos (como apendicite); 

Doenças de depósito (como aumento de gordura no fígado); 

Formações de cálculos na vesícula biliar ou nos rins; 

Estreitamento de vasos, determinando, por exemplo, estenoses de artérias e o comprometimento do fluxo de sangue para órgãos vitais; 

Variações da anatomia habitual que possam comprometer o funcionamento normal de determinados aparelhos (como o aparelho excretor com obstrução da drenagem urinária ou o aparelho reprodutor com dificuldades que impedem a gravidez); 

Roturas teciduais nos casos de lesões musculares ou estiramentos. 

 

Quando o ultrassom é indicado? 

O exame é indicado como auxiliar diagnóstico em casos de queixas de dores (cólicas renais, por exemplo), alterações na palpação de alguma região (um nódulo palpado no pescoço ou na mama), aumento do volume abdominal em curto período de tempo, alteração do exame de sangue (como alterações de marcadores tumorais, marcadores das funções do fígado ou dos rins) e outros. Além disso, é indicado para grávidas fazerem o pré-natal. 

 

Densitometria óssea 

O equipamento permite realizar exames de corpo inteiro, diagnosticando e monitorando as alterações ósseas no que diz respeito ao volume e à densidade. Esse método é usado para identificar se existe ou não redução da massa óssea, proveniente da osteoporose por exemplo: 

 

Indicações: 

O exame de densitometria óssea é indicado para mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos. Entretanto, pode ser indicado para mulheres abaixo de 65 anos e homens abaixo de 70 anos que preenchem um dos critérios abaixo: 

 

Baixo Peso (Índice de Massa Corporal menor que 18,5 kg/m²); 

Fratura Prévia; 

Medicações que aumentam o risco de osteoporose; 

Doenças que aumentam o risco de osteoporose; 

Monitorar osteoporose já diagnosticada; 

Monitorar tratamento. 

 

O procedimento também tem aplicação em pediatria, para acompanhar o crescimento da criança e do adolescente. Os pediatras pedem a densitometria para avaliar a massa óssea e quanto de massa magra e massa de gordura o paciente tem, funcionando como um complemento à avaliação clássica da idade óssea do raios X de mãos e punhos. Em crianças e adolescentes até 20 anos, os sítios usados são coluna e corpo inteiro (o fêmur ainda está em crescimento e não é avaliado). Nesse grupo, compara-se a massa óssea do paciente com crianças da mesma idade e não usamos o termo osteoporose como nos adultos. 

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